Movimentos sociais, globalização no século XXI e as novas identidades
DOI:
https://doi.org/10.33025/rps.v0i13.1262Resumo
Neste artigo pretende-se analisar um dos quatro casos descritos no primeiro capítulo (Paraísos comunais: identidade e significados na sociedade em rede) do segundo volume (O Poder da Identidade) da trilogia “A era da informação: economia, sociedade e cultura”, de Manuel Castells, de acordo com a teoria proposta por Charles Tilly em seu texto publicado na Revista Brasileira de Ciência Política. Um específico estudo de caso de Castells será retomado a partir do argumento central de Tilly: historicização, conceituação e até mesmo a “sentença de morte” dos movimentos sociais por conta das intensas mudanças que as relações sociais vêm sofrendo nas últimas décadas. Para que este objetivo seja alcançado, o ordenamento deste trabalho seguirá a seguinte proposta: primeiramente, será feita uma apresentação das principais idéias de C. Tilly no texto citado. Após a discussão da teoria, o estudo de caso de M. Castells que mais se enquadra no objetivo proposto sobre formação de identidades na contemporaneidade será apresentado para ratificação e alguma crítica ao modelo proposto pelo primeiro autor.
Palavras-chave: movimentos sociais; identidades; contemporaneidade.
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