Produção e fruição musical entre sigilo e ostentação: a teoria do complô maçônico vista pelos hábitos culturais da época revolucionária
DOI:
https://doi.org/10.33025/irdemcp2.v9i15.3472Palavras-chave:
Musical production, Musical fruition, Freemasonry and music, Musical patronage, Public concerts, Composer’s emancipation.Resumo
O artigo insere a teoria do complô maçônico na esfera sociocultural da Europa do século XVIII, considerando os elementos que conduziram às maiores mudanças sócio-políticas-econômicas que desembocaram na Revolução Francesa. Especificamente, é avaliada a ascendência da maçonaria em espetáculos musicais de relevo público. Partindo dos aspectos internos da constituição da Ordem, são discutidas a transição do mecenato principesco para os concertos públicos a pagamento e a ascensão da figura do compositor, dentro e fora das lojas maçônicas, a fim de sopesar a real influência/resistência exercida por uma associação secreta tão heterogênea quanto reticulada.
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Referências
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