Sobre a Revista
A Revista NGANHU surge como um espaço de reflexão e produção teórica voltado para o debate antirracista, fundamentado em abordagens epistêmicas afrocentradas, afrorreferenciadas, afrodiaspóricas, indígenas, decoloniais e pós-coloniais. Seu propósito é ampliar o diálogo acadêmico e político sobre questões raciais, valorizando narrativas e conhecimentos que resistem à opressão histórica. A publicação se estabelece como um veículo para discutir temas como educação antirracista, quilombismo, religiosidades afro-brasileiras e africanas, literatura negra, corpo e gênero, reafirmando o compromisso com a construção de saberes críticos e transformadores.
ISSN: 2595-8682
Edição Atual
v. 1 n. 1 (2018): Revista NGANHU: Dossiê do I Seminário Geparrei 'Tornar-se Negro': uma homenagem a Neusa Santos Souza
Neste primeiro número da Revista NGANHU, os artigos foram selecionados dentro dezenas de trabalhos apresentados no I SEMINÁRIO GEPARREI: Tornar-se Negro, que ocorreu em 18 e 20 de outubro de 2016, no Colégio Pedro II, Rio de Janeiro, organizado pelo Núcleo de Estudos Afro-brasileiros e Indígenas do Colégio Pedro II e seu grupo de pesquisa Geparrei. As sessões temáticas foram nomeadas por personagens negras que tiveram como marca em sua trajetória a resistência à opressão racial no Brasil, assim, são evocados junto a Neusa Santos Souza, os nomes da ministra Luiza Bairros, da Prof. Azoilda Loretto Trindade, do Prof. Joel Rufino dos Santos, de João Cândido, Mãe Dedé de Iansã, de Akotirene, Zumbi e Dandara dos Palmares e Zeferina do Quilombo do Urubu. Os artigos deste número incluem temas como a educação antirracista, sentidos e usos do termo "raça", religiões afro-brasileira e africana, quilombismo e escravidão, racismo e anti-racismo, o negro na literatura, corpo e gênero. Com este escopo variado de contribuições, a Revista NGANHU apresenta-se ao público leitor e ao mundo acadêmico com a intenção de ser mais um veículo na promoção da reflexão e produção teórica e política antirracista, de abordagens epistêmicas afrocentradas, afrorreferenciadas, afrodiaspóricas e indígenas, decoloniais e pós-coloniais.
Publicado:
04.10.2018
